Nova Política praticada pelo Partido NOVO. VAMOS PLANTAR UMA SEMENTE BOA. >> Como as águas do Rio São Francisco, que se renovam nas nascentes da Serra Canastra em MG e desaguam no mar, depois de muitos trabalhos realizados, nasceu o Partido NOVO 30 para irrigar o Brasil de uma Política sadia, construtiva e agregadora. Este Blog, até as eleições será um ponto de discussão dessa Nova Política.
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domingo, 1 de março de 2009
Guia de Controle Ambiental Eletrônica - GCA
Portaria ndeg.. 17, de 26 de fevereiro de 2009
Instituia Guia de Controle Ambiental Eletrônica.
OVice Diretor Geral do Instituto Estadual de Florestas - IEF, no uso dasatribuições que lhe são conferidas pelo inciso I do art. 10 do Decreto nº44.807, de 12 de maio de 2008, e com respaldo na Lei Delegada nº 79, de 29 dejaneiro de 2003, alterada pela Lei Delegada nº 158, de 25 de janeiro de 2007,com base na Lei nº 2.606 de 05 de janeiro de 1962, alterada pela Lei nº 8.666,de 21 de setembro de 1984, e em especial o disposto na Lei nº. 14309, de 19 dejunho de 2002, em seu artigo 44 e inciso II do artigo 53;
...
BeloHorizonte, 26 de fevereiro de 2009; 221deg. da Inconfidência Mineira e 188deg.da Inconfidência do Brasil.
(a)Geraldo Fausto da Silva - Vice Diretor Geral
ANEXO I
CONVERSÃO
Matéria-prima Unid. Produto Unid. CCV*
Lenha de cerrado st Carvão Vegetal MDC 3,0
Lenha de floresta nativa st Carvão Vegetal MDC 2,0
Lenha de eucalipto st Carvão Vegetal MDC 1,8
Resíduo de Serraria m³ Carvão Vegetal MDC 2,0
Tora m³ Madeira Serrada m³ 2,5
Tora m³ Lâmina Faqueada m³ 2,2
Tora m³ Lâmina Torneada m³ 2,0
Madeira em geral m³ Carvão Vegetal MDC 2,0
* Coeficiente de Conversão Volumétrica
ANEXO II
GLOSSÁRIO DE PRODUTOS DE MADEIRA
1 - Madeira serrada
É a que resulta diretamente do desdobro de toras ou toretes, constituída de peças cortadas longitudinalmente por meio de serra, independentemente de suas dimensões, de seção retangular ou quadrada. A madeira serrada será classificada de acordo com as seguintes dimensões:
Nome Espessura (cm) Largura (cm)
Bloco, quadrado ou filé > 12 > 12
Pranchões > 7,0 > 20,0
Prancha 4,0 - 7,0 > 20,0
Viga > 4,0 11,0 - 20,0
Vigota 4,0 - 8,0 8,0 - 11,0
Caibro 4,0 - 8,0 5,0 - 8,0
Tábua 1,0 - 4,0 > 10,0
Sarrafo 2,0 - 4,0 2,0 - 10,0
Ripa < 2,0 < 10,0
Fonte: NBR 7203 - ABNT
2- Carvão vegetal
Substância combustível, sólida, negra, resultante da carbonização da madeira (troncos, galhos, nós e raízes), podendo apresentar diversas formas e densidades.
3-Carvão vegetal de resíduo
Substância combustível, sólida, negra, resultante da carbonização de resíduo da industrialização da madeira, podendo apresentar diversas formas e densidades.
4-Escoramento
Peça de madeira, normalmente uma seção de tronco, fina e alongada, manuseável, também denominado espeque, esteio, estronca, ou vara, geralmente utilizadas em obras e construções para escorar ou suster temporariamente andaimes, partes superiores, inclinadas, revestidas, obras de arrimo e apoio emergencial de edificações.
Dimensões usuais:
Diâmetro da menor seção maior que 6 cm
Comprimento maior que 260 cm
5-Estaca
Peça alongada de diferentes tamanhos, geralmente uma seção de tronco que se crava no solo com finalidade estrutural para transmitir-lhe carga de uma construção, como parte de fundação, como marco referencial, como peça de sustentação e outros.
6-Lâmina Torneada
Denominação referente à lâmina de madeira ou fragmento chato e delgado obtido pelo método de processamento rotativo ou torneamento, resultante do giro contínuo da tora sobre mecanismo de corte.
7-Lâmina Faqueada
Denominação referente à lâmina de madeira ou fragmento chato e delgado, obtido pelo processamento da tora no sentido longitudinal ou rotacional por método de laminação contínua e repetitiva.
8-Lasca
Denominação referente à peça de madeira ou parte de tronco, obtida por rompimento no sentido longitudinal, forçado a partir de rachaduras e fendas na madeira,geralmente de dimensões que possibilitam manuseio e com dois lados formando um vértice e geralmente destinadas à utilização como estaca e mourão de cerca de arame.
Dimensões usuais:
Comprimento acima de 220 cm
Espessuras variáveis
9-Lenha
Porção de galhos, raízes e troncos de árvores e nós de madeira, normalmente utilizados na queima direta ou produção de carvão vegetal.
10-Mourão
Peça de madeira, geralmente parte de tronco, manuseável, normalmente resistente à degradação e forças mecânicas, utilizado como estaca tutorial agrícola, como esteio fincado firme para imobilização de animais de grande porte, como estrutura de sustentação de cerca de tábuas, de arames, de alambrados ou à beira de rios onde se prendem embarcações leves.
Dimensões usuais:
Comprimentos acima 220 cm
Diâmetros variáveis
11-Poste
Haste de madeira, ou parte de tronco, de uso cravado verticalmente no solo para servir de suporte a estruturas, transformadores e isoladores sobre os quais se apóiam cabos de eletricidade, telefônicos, telegráficos e outros, ou como suporte para lâmpadas.
12-Resíduo de serraria
Conjunto de peças residuais, em diversos formatos e tamanhos, resultante do processamento industrial da madeira
13-Tora
Parte de uma árvore, normalmente seções do tronco ou sua principal parte, de grande porte, em formato roliço e longo, normalmente não manuseável e destinada ao processamento industrial.
Dimensões usuais:
Menor diâmetro acima de 20 cm
Comprimento igual ou acima de 220 cm
14-Rolo Resto ou Rolete
Peça de madeira roliça, longa, cilíndrica e manuseável, resultante de laminação por torneamento de toras.
Dimensões usuais:
Comprimento de 150 a 330 cm
15- Torete
Seção da tora normalmente utilizada no processo de torneamento.
Dimensões usuais:
Menor diâmetro acima de 20 cm
Comprimento inferior a 220 cm
15-Vara
Haste de madeira longa e fina, manuseável, roliça, pontiaguda, flexível, natural de espécies características ou de espécies arbóreas de grande porte, jovens, ou preparada neste formato.
Dimensões usuais variáveis:
Menor diâmetro acima de 6 cm .
16-Produto Acabado
Produto obtido após o processamento industrial da madeira que se encontra pronto para ouso final e não comporta qualquer transformação adicional.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Gmail - Fwd: Leia Arnaldo Jabor : sensacional !!!!! - borssatto.italino@gmail.com
O Brasil virou um grande PMDB
Arnaldo Jabor
O Globo - 17/02/2009
Estamos anestesiados diante da vida política do país
A entrevista de Jarbas Vasconcelos na revista "Veja" desta semana éuma rara ilha de verdade neste mar de mentiras em que naufragamos.Precisávamos dessas palavras indignadas que denunciam a rede demediocridade política e de desagregação de poderes que assola o país,do Congresso ao Executivo.
De dentro de casa, Jarbas berrou: "O PMDB é corrupto!". E mostrou comoesse partido nos manipula, sob o guarda-chuva do marketing populistade Lula.
O que Jarbas Vasconcelos atacou já era voz corrente entre jornalistas,inclusive o pobre diabo que vos fala.
Mas sua explosão é legítima e incontestável, vinda de um dosfundadores do MDB, depois transformado nesta anomalia comandada peloSarney, que é o líder sereno e hábil da manutenção do atraso em nossasvidas. Duvidam? Vão a São Luís para entender o que fez esse homem comseu jaquetão impecável há 40 anos no poder daquele estado. Jarbasaponta: "A moralização e a renovação são incompatíveis com a figura dosenador Sarney, (...) que vai transformar o país em um grandeMaranhão".
Mais que um partido, o PMDB atual é o sintoma alarmante de nossadoença secular. Era preciso que um homem de estatura política abrissea boca finalmente, neste país com a oposição acovardada diante doibope de Lula.
Estamos aceitando a paralisia mental que se instalou no país, sob ademagogia oportunista deste governo. O gesto de Jarbas é importantejustamente por ser intempestivo, romanticamente bruto, direto, seminteresses e vaselinas.
É mais que uma entrevista - é um manifesto do "eu-sozinho", um atohistórico (se é que ainda sobra algo "histórico" na política morna dehoje). E não se trata de um artigo de denúncia "moral" ou de clamorpor "pureza": é um retrato de como alianças espúrias e a corrupção"revolucionária" deformaram a própria cara da política brasileira. Comsuas alianças e negaças, o governo do PT desmoralizou o escândalo!
Lula revalidou os velhos vícios do país, abrindo as portas paracorruptos e clientelistas, em nome de uma "governabilidade" que nadagoverna, impedido pela conveniência e pelos interesses de seus"aliados". É como ser apoiado por uma máfia para combater o mal dasmáfias.
Jarbas não tem medo de ser chamado de reacionário pelo povão ou pelosintelectuais que ainda vivem com o conceito de "esquerda" entranhadoem seus cérebros, como um tumor inoperável.
Essa palavra "esquerda" ainda é o ópio dos intelectuais e"santifica"qualquer discurso oportunista. Na mitologia brasileira,Lula continua o símbolo do "povo" que chegou ao poder. A origem quase"cristã" desse mito de "operário salvador", de um Getúlio do ABC,dá-lhe uma aura intocável. Poucos têm coragem de desmentir esse dogma,como a virgindade de Nossa Senhora.
A última vez que vimos verdades nuas foi quando Roberto Jefferson,legitimado por sua carteirinha de espertalhão, botou os bolchevistasmalucos para correr.
Depois disso, chegou o lulo-sindicalismo, ou o peleguismodesconstrutivo, que empregou mais de cem mil e aumentou os gastosfederais de custeio em 128 por cento.
O lulismo esvazia nossa indignação, nossa vontade de crítica, deoposição. Para ser contra o que, se ele é "a favor" de tudo,dependendo de com quem está falando - banqueiros ou desvalidos? Elepõe qualquer chapéu - é ecumênico, todas as religiões podem adorá-lo.
Ele ostenta uma arrogância "simpática" e carismática que nos anestesiae que, na mídia, cria uma sensação de "normalidade" sinistra, mas que,para quem tem olhos, parece a calmaria de uma tempestade que virá parao próximo governante.
Herdeiro da sensata organização macroeconômica de FH, que, graças aDeus, o Palocci manteve (apesar dos ataques bolchevistas dos Dirceusda vida), Lula surfou seis anos na bolha bendita da economiainternacional, mas não aproveitou para fazer coisa alguma nova oureformista.
Lula tem a espantosa destreza de nos dar a impressão de que "tudo vaibem", de que qualquer critica é contra ele ou o Brasil.
Como disse Jarbas em sua entrevista, o governo do PT "deixou a éticade lado e não fez reformas essenciais, nem nada para a infraestrutura,e o PAC não passa de um amontoado de projetos velhos reunidos empacote eleitoreiro" (...), e o Bolsa Família, que é o maior programaoficial de compra de votos do mundo, não tem compromisso algum com aeducação ou com a formação de quadros para o trabalho".
A única revolução que deveria ser feita no Brasil seria o enxugamentode um Estado que come a nação, com gastos crescentes, inchado deprivilégios, um Estado que só tem para investir 0,9% do PIB. Atentativa de modernização que FH tentou foi renegada pelo governo doPT. Lula fortaleceu o patrimonialismo das velhas oligarquias, e o PACé uma reforma cosmética, como a plástica da Dilma, que ele quer elegerpara voltar depois, em 2014. O único projeto do governo é o próprioLula. Em cima dos 84% de aprovação popular, nada o comove. Só secomove consigo mesmo.
Lula se apropriou de nossa tradicional "cordialidade" corrupta paraesvaziar resistências. Assim, ele revitalizou o PMDB - o partido quevai decidir nosso futuro! Hoje, não temos nem governo nem oposição -apenas um teatro em que protagonistas e figurantes são o PMDB.
E no meio disso tudo: o Lula, um messias sem programa, messias de si mesmo.
Oitenta e quatro por cento do povo apoia um governo que achaprogressista e renovador, quando na verdade é ultraconservador eregressista.
Nem o PT ele poupou para "conservar" a si mesmo. O PMDB é sua tropa dechoque, seu "talibã" molenga e malandro.
Agora...tentem explicar este quadro que Jarbas sintetiza com a claraluz de sua entrevista para um pobre homem analfabeto que descola 150reais por mês do Bolsa Família...
Vivemos um grande autoengano.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Gmail - [ACEF] IVES GANDRA DA SILVA MARTINS - borssatto.italino@gmail.com
Publicado no site Católico Zenit
Branco, honesto, contribuinte, eleitor, hetero... Pra quê ...
Ives Gandra da Silva Martins*
Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.
Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.
Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.
Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria!
Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', porque cumpre a lei.
Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.
(*Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo ).
APENAS CITANDO>
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; II - garantir o desenvolvimento nacional; III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
sábado, 25 de outubro de 2008
ÁGUA DA DESINTEGRAÇÃO: Transposição do rio São Francisco: ibama multa governo federal
ÁGUA DA DESINTEGRAÇÃO: Transposição do rio São Francisco: ibama multa governo federal
AGRICULTURA DE PRECISÃO = Sensores sem fio para irrigação - http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sensores-sem-fios-vao-aprimorar-agricultura-de-precisao&id=010110081024
domingo, 31 de agosto de 2008
CLIMA: A salvação da lavoura no cultivo de florestas
Notícias Florestais
2008-08-19 - Clima: A salvação da lavoura no cultivo de florestas
Taxado como um dos principais vilões do aquecimento global, o agronegócio tem a chance de dar a volta por cima e buscar a redenção. O segmento, que também é o mais afetado pelas mudanças climáticas, pode, agora, fazer a diferença. No esforço para restabelecer o equilíbrio do planeta, vem do campo a alternativa mais viável em busca da sustentabilidade.
Novas técnicas de manejo do solo e de sistemas de produção já permitem à pesquisa propor, com segurança, ações efetivas para diminuir ou até interromper os impactos desses fenômenos, sejam eles de causa natural ou então provocados pelo homem. Duas ações, simples e conjugadas, despontam como promissoras na busca pelo desenvolvimento agrícola sutentável.
Com o sistema de plantio direto, técnica amplamente difundida no Brasil e nos Estados Unidos, e o plantio de florestas, para exploração econômica e ambiental, o produtor rural começa a fazer a sua parte.
O plantio direto e a recuperação de áreas degradadas estão entre as iniciativas mais difundidas. Mas é do cultivo de florestas que surgem os primeiros resultados concretos de ganho ambiental, com viés econômico e social. A silvicultura, ou a integração agrosilvipastoril, se destaca dentro de uma das duas grandes linhas de pesquisa, a mitigação.
O objetivo é desenvolver ações práticas, a partir da produção rural, no intuito de reverter os reflexos negativos do aquecimento e, por conseqüência, das mudanças bruscas do clima, explica o pesquisador Eder Zanetti, da Embrapa Florestas, com sede em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba.
A segunda via de enfrentamento do problema é a adaptação, com ações voltadas a preparar a sociedade para absorver os impactos negativos. Esse caminho contempla estudos de zoneamento agrícola e controle de pragas e doenças. No caso das florestas e do plantio direto, a discussão está ligada ao mercado de carbono, de compensação e neutralização de poluentes.
Parte-se do princípio de que o planeta fica mais quente por causa da intensificação do efeito estufa. A causa está na poluição, com a emissão excessiva de CO2 (gás carbônico), que traz o aumento da temperatura. Essa ação forçada, provocada, acaba por ter um efeito dominó no comportamento do clima, interfere nas estações e provoca um desequilíbrio de fauna e flora, altamente prejudicial à produção agrícola. Enquanto as florestas agem no sentido de seqüestrar o gás carbônico que se acumula na atmosfera, o plantio direto tem como princípio evitar que o solo fique descoberto e assim bloquear a emissão de gases naturais liberados com o manejo da terra.
Algumas linhas de pesquisa defendem, no entanto, que antes de qualquer reação para barrar este processo, é preciso, primeiro, entender o que realmente está ocorrendo. Estiagem, enxurrada, frio e geada fora de hora são manifestações naturais, de alterações climáticas, registradas há milhares de anos e que vão continuar acontecendo – isso é ponto comum.
Fonte: Gazeta do Povo / Adaptado por Painel Florestal
Benefícios ambientais do Biodiesel ???
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=beneficios-ambientais-do-biodiesel-sao-questionados-por-cientista-brasileiro&id=010125080828
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
FLORESTA VIRA PASTO
Floresta vira pasto
Incluido por admin emJunho 17, 2008Estudo diz que o número de bois abatidos nos estados que formam a Amazônia Legal superou a marca de 10 milhões em 2007. Baixo preço do terreno atrai produtores e contribui para o desmatamento. Leonel Rocha, da equipe do Correio, Correio Braziliense, 16/06/2008.
O boi invadiu a Amazônia. Estudos feitos pela Amigos da Terra, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), mostram que, no ano passado, pela primeira vez na história, o número de animais abatidos nos nove estados da Amazônia Legal ultrapassou 10 milhões de cabeças, quase metade do registrado em todo o país. O ritmo representou um aumento de 46% no volume de carne em relação a 2004, de acordo com o levantamento publicado em maio pela instituição. Todo esse plantel destinado aos frigoríficos para ser transformado em picanha, filés e outros derivados, inclusive os destinados à indústria no Brasil e em nove países importadores do boi nacional, nasceu em fazendas localizadas nas bordas da maior floresta tropical do mundo, boa parte delas em áreas desmatadas ilegalmente.
A invasão pecuária da floresta começou a ser percebida pela Amigos da Terra há cinco anos. Desde 2003, de cada quatro bezerros que começaram o processo de engorda para abate, três nasceram, pastaram e cresceram comendo o capim da Amazônia, considerado de elevada produtividade. Entre 2004 e 2006, as fazendas de pecuária na região foram responsáveis por 96% do crescimento do número de cabeças de gado do país, segundo os pesquisadores. Eles concluíram que foi a elevação da produção no Norte que permitiu ao Brasil se transformar no maior exportador de carne de boi no mundo, ultrapassando a Austrália em 2004. Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins são responsáveis por um terço do total de bovinos produzidos e exportados.
Custos
Segundo a Amigos da Terra, a pecuária na Amazônia tornou-se uma atividade lucrativa por causa do baixo preço do terreno. Cálculos do próprio Ministério da Agricultura mostram que atualmente custa menos investir na abertura de novas fazendas em áreas florestais do que recuperar pastagens antigas e degradadas. O investimento necessário para a derrubada de árvores com os correntões — método que utiliza tratores para arrancar as árvores, que depois são queimadas e transformadas em carvão — é menor do que o custo dos defensivos agrícolas e fertilizantes necessários para a melhorar antigos pastos de baixa produtividade. Cálculos feitos pelo Imazon mostram que reformar um pasto envelhecido custa R$ 2 mil por hectare, ao passo que para derrubar área de floresta, plantar capim e formar pasto novo são necessários apenas R$ 800 por hectare.
Entre 1990 e 2006, a produção de bois, vacas e bezerros na floresta amazônica passou de 18% para 36% do plantel nacional. “A pecuária é de fácil implantação, apesar do baixo rendimento. Por isso, ela é a segunda atividade a empurrar a fronteira agrícola Amazônia adentro, depois dos madeireiros”, analisa Roberto Smeraldi, pesquisador e um dos autores do trabalho da Amigos da Terra. Ele alerta para a transferência das fazendas de gado de regiões onde a terra é mais cara, como o Sudeste, Sul e Centro-Oeste, para o Norte, onde a terra ou é devoluta ou pode ser facilmente invadida. A transferência da pecuária do centro-sul para a Amazônia também é provocada pela substituição do gado pelo grão e pela produção de cana para o etanol, atividades destinadas à exportação e com rendimento dez ou 20 vezes mais elevado que a engorda de gado.
Soja e cana forçam avanço na mata
Em grande parte das vezes, a pecuária acaba invadindo a floresta devido à pressão gerada por outros negócios. Segundo o pesquisador da Amigos da Terra Roberto Smeraldi, o processo ocorre quando produtores de soja ou de cana chegam às bordas da floresta já ocupadas pela pecuária e empurram as fazendas de gado para regiões onde ainda não há infra-estrutura de estradas ou distantes de centros consumidores e fornecedores de insumos. O gado termina sendo deslocado ainda mais para dentro das áreas protegidas. “A culpa não é da pecuária. Mas da falta de uma política pública adequada para o setor e da ausência de ordenamento fundiário”, pondera Smeraldi.
Segundo cálculos feitos por entidades dos produtores, governo e outros institutos que acompanham o setor, o ganho médio da pecuária na Amazônia é de R$ 100 por hectare ao ano. O ganho com a produção de grãos é de R$ 500 por hectare no mesmo período. O faturamento com a produção de etanol de cana-de-açúcar chega a R$ 2,4 mil por hectare a cada safra. Isso mostra, segundo a Amigos da Terra, que a criação de boi está sendo tangida para a Amazônia em razão da elevação dos ganhos com o plantio de grãos e de cana para a produção de álcool combustível.
Efeito estufa
A Amigos da Terra concluiu que a explosão da pecuária na Amazônia na última década foi responsável pela emissão de um volume entre 9 e 12 bilhões de toneladas de gases causadores do efeito estufa — equivalente ao volume emitido a cada dois anos pelos Estados Unidos, o maior poluidor do planeta.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, vem tentando criar uma guarda nacional florestal para fiscalizar os desmatamentos ilegais na Amazônia por pecuaristas. Ele quer também fechar acordos com os estados da Amazônia Legal para que policiais militares formem a força especializada.
A ampliação da pecuária na Amazônia é uma polêmica interna no governo. O ministro da Agricultura, Reinholds Stephanes, evita tratar do assunto. Mas suas opiniões sobre a abertura de novos pastos deverão, em breve, ser motivo de nova polêmica. “A Amazônia não é capim”, protesta Carlos Minc, antecipando o novo embate entre ambientalistas e pecuaristas dentro do governo. (LR)
segunda-feira, 9 de junho de 2008
SP aplica crédito de carbono em obras
08/06/2008 - O município de São Paulo tornou-se o primeiro do país a aplicar em obras recursos obtidos com a venda de créditos de carbono. O prefeito Gilberto Kassab anunciou o início da construção de três praças no distrito de Perus, cujos custos, de cerca de R$ 2,5 milhões, serão todos pagos com parte do que foi arrecadado em um leilão de créditos de carbono realizado em setembro do ano passado, na Bolsa de Mercantil e de Futuros (BM&F).
Na ocasião, os créditos, acumulados com a geração de energia elétrica a partir de gases emitidos por um aterro sanitário vizinho aos bairros beneficiados pelas obras, foram vendidos por R$ 34 milhões a um banco holandês. Os recursos serão aplicados em melhorias nas áreas de habitação, saneamento e meio ambiente.
Fonte: Valor Econômico. Adaptado por Celulose Online.
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