http://vimeo.com/aecioneves/discurso13fracassos
Nova Política praticada pelo Partido NOVO. VAMOS PLANTAR UMA SEMENTE BOA. >> Como as águas do Rio São Francisco, que se renovam nas nascentes da Serra Canastra em MG e desaguam no mar, depois de muitos trabalhos realizados, nasceu o Partido NOVO 30 para irrigar o Brasil de uma Política sadia, construtiva e agregadora. Este Blog, até as eleições será um ponto de discussão dessa Nova Política.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Engenheiro florestal descobre espécie vegetal
Paraná: Engenheiro florestal descobre espécie vegetal rara no estado
É a Ocotea marumbiensis, árvore da família das Canelas, que ganhou este nome em alusão ao Pico do Marumbi, na Serra do Mar do Paraná, onde foi encontrada.
Uma árvore rara, considerada em perigo de extinção, foi descoberta pelo engenheiro florestal Marcelo L. Brotto, servidor que integra a equipe do Herbário do Museu Botânico Municipal de Curitiba. É a Ocotea marumbiensis, árvore da família das Canelas, que ganhou este nome em alusão ao Pico do Marumbi, na Serra do Mar do Paraná, onde foi encontrada.
"Eu desenvolvia um mestrado em Botânica na Universidade Federal do Paraná quando coletei uma amostra com flores que não consegui enquadrar em nenhuma das espécies já conhecidas", conta Brotto.
A Ocotea Marumbiensis, descoberta e catalogada por Brotto no final de 2012, alcança dez metros de altura. Suas flores têm coloração esverdeada e os frutos, quando maduros, são pretos e lustrosos.
A florada normalmente ocorre de janeiro a outubro e os frutos podem ser vistos entre maio e novembro. "A árvore tem distribuição restrita, encontrada apenas no Paraná e em Santa Catarina", informa o pesquisador.
Ele conta que pesquisar novas espécies vegetais é apenas um dos trabalhos desenvolvidos pela equipe do Museu Botânico. "Pesquisamos em todo o Brasil", diz. "Quanto maior for o número de espécies catalogadas numa região, mais importante e rica é a sua biodiversidade", justifica.
O pesquisador explica que a equipe do Museu Botânico Municipal de Curitiba já coletou aproximadamente 530 espécies novas para a Ciência. "A grande maioria foi coletada pelo dr. Gerdt Hatschbach, fundador do herbário em 1965", afirma Brotto.
É a Ocotea marumbiensis, árvore da família das Canelas, que ganhou este nome em alusão ao Pico do Marumbi, na Serra do Mar do Paraná, onde foi encontrada.
Uma árvore rara, considerada em perigo de extinção, foi descoberta pelo engenheiro florestal Marcelo L. Brotto, servidor que integra a equipe do Herbário do Museu Botânico Municipal de Curitiba. É a Ocotea marumbiensis, árvore da família das Canelas, que ganhou este nome em alusão ao Pico do Marumbi, na Serra do Mar do Paraná, onde foi encontrada.
"Eu desenvolvia um mestrado em Botânica na Universidade Federal do Paraná quando coletei uma amostra com flores que não consegui enquadrar em nenhuma das espécies já conhecidas", conta Brotto.
A Ocotea Marumbiensis, descoberta e catalogada por Brotto no final de 2012, alcança dez metros de altura. Suas flores têm coloração esverdeada e os frutos, quando maduros, são pretos e lustrosos.
A florada normalmente ocorre de janeiro a outubro e os frutos podem ser vistos entre maio e novembro. "A árvore tem distribuição restrita, encontrada apenas no Paraná e em Santa Catarina", informa o pesquisador.
Ele conta que pesquisar novas espécies vegetais é apenas um dos trabalhos desenvolvidos pela equipe do Museu Botânico. "Pesquisamos em todo o Brasil", diz. "Quanto maior for o número de espécies catalogadas numa região, mais importante e rica é a sua biodiversidade", justifica.
O pesquisador explica que a equipe do Museu Botânico Municipal de Curitiba já coletou aproximadamente 530 espécies novas para a Ciência. "A grande maioria foi coletada pelo dr. Gerdt Hatschbach, fundador do herbário em 1965", afirma Brotto.
Sugestão de emenda à Constituição
PEC de iniciativa popular:
Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)
1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.
2. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
3. Os senhores congressistas e assessores devem pagar seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4 Aos Congressistas fica vedado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.
5. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.
6. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.
7. Exercer um mandato no Congresso é uma honra e uma responsabilidade, não uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.
8. É vedada a atividade de lobista ou de ‘consultor’ quando o objeto tiver qualquer laço com a causa pública. “
Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)
1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.
2. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
3. Os senhores congressistas e assessores devem pagar seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4 Aos Congressistas fica vedado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.
5. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.
6. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.
7. Exercer um mandato no Congresso é uma honra e uma responsabilidade, não uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.
8. É vedada a atividade de lobista ou de ‘consultor’ quando o objeto tiver qualquer laço com a causa pública. “
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Peso dos impostos
Os 10 países onde MENOS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011.
1. Maldivas: 0 horas
2. Emirados Árabes Unidos: 12 horas
3. Bahrein: 36 horas
4. Qatar: 36 horas
5. Bahamas: 58 horas
6. Luxemburgo: 59 horas
7. Omã: 62 horas
8. Suíça: 63 horas
9. Irlanda: 76 horas
10.Seicheles: 76 horas
2. Emirados Árabes Unidos: 12 horas
3. Bahrein: 36 horas
4. Qatar: 36 horas
5. Bahamas: 58 horas
6. Luxemburgo: 59 horas
7. Omã: 62 horas
8. Suíça: 63 horas
9. Irlanda: 76 horas
10.Seicheles: 76 horas
Os 10 países onde MAIS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011:
1. Brasil: 2.600 horas ( é mais que o dobro do 2º colocado! )
2. Bolívia: 1.080 horas
3. Vietnã: 941 horas
4. Nigéria: 938 horas
5. Venezuela: 864 horas
6. Bielorrússia: 798 horas
7. Chade: 732 horas
8. Mauritânia: 696 horas
9. Senegal: 666 horas
10.Ucrânia: 657 horas
2. Bolívia: 1.080 horas
3. Vietnã: 941 horas
4. Nigéria: 938 horas
5. Venezuela: 864 horas
6. Bielorrússia: 798 horas
7. Chade: 732 horas
8. Mauritânia: 696 horas
9. Senegal: 666 horas
10.Ucrânia: 657 horas
Fonte: Banco Mundial (Doing Business 2011)
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Lei de Reforma do Congresso para 2012
Lei de Reforma do Congresso (emenda da Constituição do Brasil)
1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente do mandato.
2. O congressista deverá contribuir para o INSS. Todo a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O congressista participará dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
3. Congressista deve pagar seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4. Congressista deixa de votar seu próprio aumento de salário.
5. Congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.
6. Congressista deve igualmente cumprir todas as leis que são impostas ao povo brasileiro.
7. Servir no Congresso é uma honra, não uma arreira. Parlamentares devem servir no máximo por duas legislaturas porque ser parlamentar não é emprego.
1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente do mandato.
2. O congressista deverá contribuir para o INSS. Todo a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O congressista participará dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
3. Congressista deve pagar seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4. Congressista deixa de votar seu próprio aumento de salário.
5. Congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.
6. Congressista deve igualmente cumprir todas as leis que são impostas ao povo brasileiro.
7. Servir no Congresso é uma honra, não uma arreira. Parlamentares devem servir no máximo por duas legislaturas porque ser parlamentar não é emprego.
A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.
É ASSIM QUE PODEMOS CONSERTAR O CONGRESSO.
É ASSIM QUE PODEMOS CONSERTAR O CONGRESSO.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Floresta Estacional Sempre-Verde é reconhecida como novo tipo de vegetação brasileira
Floresta Estacional Sempre-Verde é reconhecida como novo tipo de vegetação brasileira
por Vitor Abdala, da Agência Brasil
O livro, elaborado por engenheiros florestais, agrônomos, biólogos, geógrafos e geólogos, traz metodologias para a realização de estudos, mapeamentos e pesquisas da vegetação no país. Também chamada de Floresta Estacional Perenifólia, a vegetação se caracteriza pela manutenção de uma coloração muito verde, mesmo em períodos de estiagens.
A floresta se estende por toda a região da Bacia Sedimentar dos Parecis e parte das depressões do Guaporé, Paraguai, Araguaia e Planalto do Tapirapuã. Segundo o IBGE, a vegetação ocorre em áreas de clima tropical que tem duas estações bem distintas: uma chuvosa e uma seca (que varia entre quatro e seis meses).
Três subtipos da vegetação foram identificados: as variações aluvial, de terras baixas e de submontanha. Na floresta aluvial, que pode ser encontrada nas calhas dos rios Culuene, Teles Pires, Verde, Arinos, Sangue, Juruena, Juína, Jauru e Guaporé, as árvores têm, em média 25 metros de altura.
A floresta das terras baixas pode ser encontrada nos terrenos sedimentares das depressões dos rios Paraguai, Guaporé e Araguaia, em altitudes em torno de 200 metros. Nesse subtipo de floresta, as árvores têm, em média, de 35 a 40 metros de altura.
Já a floresta de submontanha, que tem árvores medindo acima de 30 metros, ocorre nos terrenos sedimentares do Planalto dos Parecis, especialmente na região do Alto Xingu, em altitudes que variam de 300 a 450 metros.
A Floresta Estacional Sempre-Verde se junta a outros tipos de vegetação que ocorrem no Brasil, como as florestas ombrófilas (típicas da Amazônia e da Mata Atlântica), as savanas e a Caatinga.
* Edição: Juliana Andrade.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Folie 1
Minha árvore de amigos
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=188a1ec859&view=att&th=13bb818130da2293&attid=0.1&disp=safe&zw
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
Posto COM muito ORGULHO
COM ORGULHO r
Esta é a prova maior de que, quando queremos, tudo podemos.
Um grande exemplo de dignidade e honradez.
Ex faxineiro... ele limpava banheiros no TRE do DF.
Filho de uma dona-de-casa e de um pedreiro...
Dividia o tempo entre os bancos escolares e a faxina no TRE do Distrito Federal.
Apaixonado por línguas. Um dia, o mineiro, na certeza da solidão, cantava uma canção em inglês enquanto limpava o banheiro do TRE.
Naquele momento, um diretor do tribunal entrou e achou curioso uma pessoa da faxina
ter fluência em outro idioma.
A estranheza se transformou em admiração e, na prática, abriu caminho para outras funções.
É fluente em francês, inglês, alemão e espanhol.
Formou-se em Direito pela UNB, sendo a época o único negro da faculdade.
Passou nos concursos de:
- Oficial da Chancelaria, Advogado do Serviço Federal, Procurador da República,
Professor da Universidade do Rio de Janeiro.
Ah, ele toca piano e violino desde os 16 anos de idade.
E NÃO PRECISOU DE COTAS RACIAIS NA UNIVERSIDADE PARA CHEGAR ONDE CHEGOU. ENTÃO...????
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Nina e Carminha em Brasília
O Globo
Publicado em 10/08/2012
Nina e Carminha em Brasília
Nelson Motta
Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se
Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria
Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde
certamente nunca mais sairia. Roberto Jefferson tem todos os motivos
para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heroico:
"Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu." Em 2005, Dirceu dominava o governo
e o PT, tinha Lula na mão, era o candidato natural à sua sucessão. E
passaria como um trator sobre quem ousasse se opor à sua missão
histórica. Sua companheira de armas Dilma Rousseff poderia ser, no
máximo, sua chefe da Casa Civil, ou presidente da Petrobras. Com uma
campanha milionária comandada por João Santana, bancada por montanhas
de recursos não contabilizados arrecadados pelo nosso Delúbio, e Lula
com 85% de popularidade animando os palanques, massacraria Serra no
primeiro turno e subiria a rampa do Planalto nos braços do povo, com o
grito de guerra ecoando na Esplanada: "Dirceu guerreiro/ do povo
brasileiro." Ufa! A Jefferson também devemos a criação do termo
"mensalão". Ele sabia que os pagamentos não eram mensais, mas a
periodicidade era irrelevante. O importante era o dinheirão. Foi o seu
instinto marqueteiro que o levou a cunhar o histórico apelido que
popularizou a Ação Penal 470 e gerou a aviltante condição de
"mensaleiro", que perseguirá para sempre até os eventuais absolvidos.
O que poderia expressar melhor a ideia de uma conspiração para
controlar o Estado com uma base parlamentar comprada com dinheiro
público e sujo? Nem Nizan Guanaes, Duda Mendonça e Washington Olivetto
juntos criariam uma marca mais forte e eficiente. Mas antes de
qualquer motivação política, a explosão do maior escândalo do Brasil
moderno é fruto de um confronto pessoal, movido pelos instintos mais
primitivos, entre Jefferson e Dirceu. Como Nina e Carminha da
política, é a história de uma vingança suicida, uma metáfora da luta
do mal contra o mal, num choque de titãs em que se confundem o épico e
o patético, o trágico e o cômico, a coragem e a vilania. Feitos um
para o outro.
Publicado em 10/08/2012
Nina e Carminha em Brasília
Nelson Motta
Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se
Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria
Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde
certamente nunca mais sairia. Roberto Jefferson tem todos os motivos
para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heroico:
"Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu." Em 2005, Dirceu dominava o governo
e o PT, tinha Lula na mão, era o candidato natural à sua sucessão. E
passaria como um trator sobre quem ousasse se opor à sua missão
histórica. Sua companheira de armas Dilma Rousseff poderia ser, no
máximo, sua chefe da Casa Civil, ou presidente da Petrobras. Com uma
campanha milionária comandada por João Santana, bancada por montanhas
de recursos não contabilizados arrecadados pelo nosso Delúbio, e Lula
com 85% de popularidade animando os palanques, massacraria Serra no
primeiro turno e subiria a rampa do Planalto nos braços do povo, com o
grito de guerra ecoando na Esplanada: "Dirceu guerreiro/ do povo
brasileiro." Ufa! A Jefferson também devemos a criação do termo
"mensalão". Ele sabia que os pagamentos não eram mensais, mas a
periodicidade era irrelevante. O importante era o dinheirão. Foi o seu
instinto marqueteiro que o levou a cunhar o histórico apelido que
popularizou a Ação Penal 470 e gerou a aviltante condição de
"mensaleiro", que perseguirá para sempre até os eventuais absolvidos.
O que poderia expressar melhor a ideia de uma conspiração para
controlar o Estado com uma base parlamentar comprada com dinheiro
público e sujo? Nem Nizan Guanaes, Duda Mendonça e Washington Olivetto
juntos criariam uma marca mais forte e eficiente. Mas antes de
qualquer motivação política, a explosão do maior escândalo do Brasil
moderno é fruto de um confronto pessoal, movido pelos instintos mais
primitivos, entre Jefferson e Dirceu. Como Nina e Carminha da
política, é a história de uma vingança suicida, uma metáfora da luta
do mal contra o mal, num choque de titãs em que se confundem o épico e
o patético, o trágico e o cômico, a coragem e a vilania. Feitos um
para o outro.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
"Educação", artigo do senador Aécio Neves (PSDB-MG) - PSDB - Partido da Social Democracia Brasileira
"Educação", artigo do senador Aécio Neves (PSDB-MG) - PSDB - Partido da Social Democracia Brasileira
Isso é aplicar no social.
Educação, saúde, segurança e infraestrutura é social, o resto (cotas, bolsa disso e daquilo) é compra de votos.
Isso é aplicar no social.
Educação, saúde, segurança e infraestrutura é social, o resto (cotas, bolsa disso e daquilo) é compra de votos.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Olho Livre: NOTÓRIO SABER JURÍDICO!!!
Olho Livre: NOTÓRIO SABER JURÍDICO!!!: "NOTÓRIO SABER JURÍDICO" e "REPUTAÇÃO ILIBADA" Quem é ele, você sabe ? Dados Nome: José Antonio Dias Toffoli Profissão (atual): Ministro ...
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Primeira liberação do inimigo natural do percevejo bronzeado
Acontece a primeira liberação do inimigo natural do percevejo bronzeado no Brasil
Produtores podem ter uma nova arma contra a praga que ataca Eucaliptos quarta, 22 de agosto de 2012
O Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF) anunciou hoje, 22, a primeira liberação em campo no país do inimigo natural do percevejo bronzeado, praga já conhecida pelos produtores de eucalipto.
A ação é realizada por meio Programa de Proteção Florestal (Protef), que desde 1989 estuda o controle e o combate de pragas em florestas de cultivo.
Ovos de percevejos com o parasita do laboratório de Controle Biológico de Pragas Florestais da Unesp de Botucatu, foram levados até uma fazenda no município de Paraopeba, Minas Gerais. A liberação conduzida pelo mestrando Murici Candelária, aconteceu dia 6 de agosto.
Segundo o IPEF, a liberação em Minas Gerais foi escolhida devido à grande ocorrência do percevejo no estado, e pela maior facilidade para o transporte dos parasitóides, já que seu tempo de vida é muito curto (em torno de 1 a 2 dias).
No final desse mês, quando o parasitóide completar seu ciclo de vida, a equipe do PROTEF volta às áreas de liberação para coletar ramos com ovos da praga, e proceder com avaliações sobre a eficácia do método natural de controle.
Para Luis Renato Junqueira, coordenador técnico do PROTEF, “esta primeira liberação é importante para que possamos avaliar e acompanhar o desempenho do parasitóide nas reais condições de campo, o que pode gerar adequações na metodologia para futuras liberações em outros locais”.
Como próximo passo deste projeto, o programa pretende ampliar a criação do parasitóide C. noackae, com participação dos laboratórios da EMBRAPA Florestas e da Universidade Federal de Viçosa (UFV), para atender ao maior número possível de empresas florestais associadas ao programa, que estão financiando o projeto, com pelo menos uma liberação do inimigo natural por empresa ainda em 2012.
A ação é realizada por meio Programa de Proteção Florestal (Protef), que desde 1989 estuda o controle e o combate de pragas em florestas de cultivo.
Ovos de percevejos com o parasita do laboratório de Controle Biológico de Pragas Florestais da Unesp de Botucatu, foram levados até uma fazenda no município de Paraopeba, Minas Gerais. A liberação conduzida pelo mestrando Murici Candelária, aconteceu dia 6 de agosto.
Segundo o IPEF, a liberação em Minas Gerais foi escolhida devido à grande ocorrência do percevejo no estado, e pela maior facilidade para o transporte dos parasitóides, já que seu tempo de vida é muito curto (em torno de 1 a 2 dias).
No final desse mês, quando o parasitóide completar seu ciclo de vida, a equipe do PROTEF volta às áreas de liberação para coletar ramos com ovos da praga, e proceder com avaliações sobre a eficácia do método natural de controle.
Para Luis Renato Junqueira, coordenador técnico do PROTEF, “esta primeira liberação é importante para que possamos avaliar e acompanhar o desempenho do parasitóide nas reais condições de campo, o que pode gerar adequações na metodologia para futuras liberações em outros locais”.
Como próximo passo deste projeto, o programa pretende ampliar a criação do parasitóide C. noackae, com participação dos laboratórios da EMBRAPA Florestas e da Universidade Federal de Viçosa (UFV), para atender ao maior número possível de empresas florestais associadas ao programa, que estão financiando o projeto, com pelo menos uma liberação do inimigo natural por empresa ainda em 2012.
Fonte: Lairtes Chaves/Painel Florestal com informações IPEF
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