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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Lula - Primus inter pares

EDITORIAL - O ESTADO DE SÃO PAULO

Primus inter pares

EDITORIAL

O Estado de S.Paulo - 09/01/11


Luis Inácio Lula da Silva não precisou nem de uma semana para demonstrar ao país e ao mundo que, apesar de alardear ser uma pessoa de origem humilde, um homem do povo igual a todo mundo, julga-se, na verdade, no mínimo, um legítimo primus inter pares, o primeiro entre iguais, merecedor, portanto, de privilégios e regalias especiais. O ex-presidente está realmente convencido, do alto de seus oitenta e tanto por cento de aprovação popular, de que conquistou a condição incontrastável de líder supremo dos brasileiros. Alguém que tudo pode, a quem tudo é permitido.

Qualquer homem público com algum sentido de decoro, com alguma noção de limites de comportamento, com algum pudor no trato com o bem comum, jamais se teria permitido dar os maus exemplos protagonizados por Lula na sua penosa transição para a condição de ex: o uso de dependências das Forças Armadas para gozar, com a família, de alguns dias de lazer à beira-mar e a concessão a dois filhos seus, pelo Itamaraty, nos últimos dias de dezembro, de passaportes diplomáticos válidos por quatro anos.

Dois ou três dias depois de ter passado a faixa presidencial a sua sucessora, Lula e família desembarcaram no aprazível recanto do Forte dos Andradas, dependência do Exército situada numa das pontas da praia do Tombo, no Guarujá. Como presidente, ele já havia estado lá um par de vezes, para curtos períodos de descanso. A reação geral foi imediata: um ex-presidente tem direito a essa regalia? Consultado o Ministério da Defesa, o ministro Nelson Jobim mandou dizer que Lula estava no Forte dos Andradas como seu convidado. Então, é isso.

Mais ou menos ao mesmo tempo vazou a notícia de que, ao apagar das luzes de 2010, e do mandato de Lula, seus filhos Marcos Cláudio, 39, e Luiz Cláudio, 25, e ainda um neto, foram contemplados pelo Itamaraty com a concessão de passaportes diplomáticos. Esse é um privilégio a que têm direito algumas altas autoridades públicas e seus dependentes, desde que tenham até 21 anos de idade, ou sejam portadores de algum tipo de deficiência. Como nenhum dos dois filhos do ex-presidente se enquadra nessas condições, questionado pelos jornalistas o Itamaraty explicou que a concessão foi autorizada pelo ex-chanceler Celso Amorim "em caráter excepcional", atendendo a "interesse do país". Ninguém se deu ao trabalho de explicar que "interesse" seria esse, mas fontes da Chancelaria revelaram que o pedido dos passaportes fora feito pelo então presidente diretamente ao ministro, poucos dias antes.

Por que não? Que há de mal nisso? Afinal, Lula não pode? Que pode, pode. Está visto. Mas não deve. E quem não entende por que, não tem o direito de reclamar da lassidão ética que corrompe a atividade política em todos os níveis de governo e dos enormes prejuízos que isso acaba significando para a cidadania. O comportamento de Lula é um péssimo exemplo para o país por pelo menos uma boa razão, além da óbvia questão ética: eterno defensor e protetor dos fracos e oprimidos, o combate aos privilégios dos poderosos sempre foi bandeira política de Lula e do PT. É difícil de justificar, portanto, que o ex-metalúrgico, que hoje tem condições financeiras para pagar do próprio bolso uma semana de férias para toda a família em qualquer resort elegante do Brasil ou do mundo, inclusive nas condições de segurança e privacidade a que, estas sim, ele e seus familiares têm todo o direito - se valha dos privilégios inerentes à Presidência da Republica depois de deixar o cargo. Só mesmo um desvio de conduta explica a tranquilidade com que, no caso das férias no forte, Lula botou na conta da viúva o custo do auto-outorgado privilégio.

O novo chanceler, Antonio Patriota, evitou diplomaticamente comentar a questão dos passaportes. Já o assessor para assuntos internacionais Marco Aurélio Garcia - uma das incômodas heranças que Lula deixou para Dilma -, com o habitual sarcasmo, e à falta de melhor argumento, classificou o assunto como "de uma irrelevância absoluta".

Se esse é o saldo de uma semana de Lula sem a faixa presidencial, não é difícil imaginar o que ainda está por vir.


----------------------------------------------------------------------------------------------------------------SE ISTO É IRRELEVANTE, IMAGINE-SE O QUE VEM PELA FRENTE.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Dinheiro público paga apoio a Dilma

Mundo em Português
Dinheiro público paga apoio a Dilma
O dinheiro dos contribuintes brasileiros está a ser indirectamente usado no apoio à candidata governamental à sucessão de Lula, Dilma Rousseff. Ministros, assessores e funcionários do governo, além do próprio Lula da Silva, têm feito combinar a sua agenda de deslocações oficiais com a agenda de campanha de Dilma, para reforçarem o apoio à candidata em vários estados e municípios.
06 Setembro 2010
Por:Domingos Grilo Serrinha, Correspondente Brasil

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Joelmir Beting merece o OSCAR!

Joelmir Beting merece o OSCAR!

Beting



O Viajante
texto de Joelmir Beting

Se beber não dirija. Nem governe.
Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens
ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem
contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...
Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo
Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.
Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos
984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.
Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da
tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do
Planalto.
Governar ou despachar, nem pensar.
A ordem é circular. A qualquer pretexto.
E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi)
chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.
Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático
mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para
estudar, que dirá para trabalhar.
SEM CONTAR AS DESPESAS:
FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.
LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS
IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA
E o povão ainda aplaude e vota!


TODOS PRECISAM SABER. VAMOS REPASSAR














--
Dalmo Freitas.
Para Deus tudo é possível!!!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

NAPOLEÃO BONAPARTE CLASSIFICAVA SEUS SOLDADOS

NAPOLEÃO BONAPARTE CLASSIFICAVA SEUS SOLDADOS EM 04 TIPOS DE PESSOAS:

01. Os inteligentes com iniciativa;

02. Os inteligentes sem iniciativa;

03. Os ignorantes sem iniciativa;

04. Os ignorantes com iniciativa.


Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de comandantes: gerais, estrategistas, etc.


Aos inteligentes sem iniciativa, Napoleão os deixava como oficiais que recebiam ordens superiores, para cumpri-las com diligência..


Aos ignorantes sem iniciativa, Napoleão os colocava à frente da batalha: para serem "buchas de canhão".


Os ignorantes com iniciativa Napoleão desprezava; não os queria em seus exércitos...


Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer enormes besteiras e depois, dissimuladamente, tentar ocultá-las.


Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não pode, envolve-se com gente inadequada e depois diz que de nada sabia.


Um ignorante com iniciativa faz perder boas ideias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores,bons homens públicos.


Um ignorante com iniciativa produz sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados.


Um ignorante com iniciativa é, portanto,um grande risco para o desenvolvimento o progresso de qualquer empresa e/ou governo.


Normalmente você é capaz de identificar os 04 tipos que estão presentes na sua vida, na sua empresa. E toma suas decisões sobre eles.



E NO GOVERNO DO SEU PAÍS? VOCÊ SABE SE LIVRAR DOS IGNORANTES COM INICIATIVA?


O escritor cubano CARLOS ALBERTO MONTANER reproduz a definição sobre o presidente Lula, que ouviu de um seu par, latino-americano: - "Esse homem é de uma penosa fragilidade intelectual. Continua sendo um sindicalista, preso à superstição da luta de classes. Não entende nenhum assunto complexo, carece de capacidade de fixar atenção, tem lacunas culturais terríveis e por isso aceita a análise dos marxistas radicais que lhe explicam a realidade, como um combate entre bons e maus."


Um povo educado elegerá dirigentes competentes e honestos . Estes escolherão os melhores assessores. Um povo educado sabe muito bem diferenciar um discurso sério de uma FALAÇÃO demagógica. Um político desonesto prefere manter o povo sem EDUCAÇÃO.

Estou com Napeleão. Morte aos ignorantes com inciativa. Aliás são a maioria.........